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Quarta-feira, 02 de dezembro de 2009

Para entidades, reajuste deveria ser ainda menor

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CRISTIANE BOMFIM

"Não é do imóvel que sai o dinheiro para pagamento do IPTU. É dos rendimentos. Qual família teve aumento na renda de 30%?", questiona o presidente do Sindicato de Habitação de São Paulo (Secovi-SP), João Crestana. Para ele, a redução do teto foi "demonstração de bom senso." Mas o reajuste aceitável seria de no máximo 5% para residências e de até 15% para estabelecimentos comerciais.
Já o diretor de locação da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC), Eduardo Zangari, diz que o reajuste pode resultar num desaquecimento do mercado. Além disso, mais de 140 entidades que fazem parte do Fórum Permanente em Defesa do Empreendedor, assinaram manifesto de repúdio ao aumento da taxa.


Fonte: O Estado de S. Paulo.